ADVENTISTAS

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Tempo Agora

quinta-feira, 26 de abril de 2018

IRAÍ-VOS E NÃO PEQUEIS


Entre sentir e agir pode haver um espaço de tempo abismal para que se repense; se arrependa ou desista de colocar em prática tal sentimento. Cristo nos ensinou que basta um homem olhar para uma mulher, que não seja a sua, com desejo de possuí-la sexualmente, já pecou. Da mesma forma que alguém se sente insultando e parte para agressão, por instinto ou reflexo, sem pensar. Quando se age instintivamente, sem pensar, pode trazer sérios transtornos a vida do indivíduo e dos seus familiares e amigos. Se alimentar o espírito com amor gera amor, da mesma forma, alimentar o espírito com ódio gerará ira. A ira aumentar a cada lembrança do mal sofrido ou pensamentos que formam um planejamento mental de como praticará tal vingança. Se apenas ao desejar a mulher do próximo é pecado, também irar-se com alguém que lhe fez um mal, também é. Todavia, o apóstolo Paulo nos recomenda que não se materialize o pecado: "Irai-vos, mas não pequeis!" Um pecado é sentir ódio de alguém, mas bem pior é se vingar, ferir ou matar o desafeto, não é mesmo? Uma coisa é se arrepender de um sentimento pecaminoso que veio à mente, confessar e pedir perdão a Deus. Outra cenário completamente diferente é sentir remorso, ou até arrependimento, depois de ter assassinado alguém. Para isso, sabiamente, o mesmo apóstolo complementa seu conselho inspirado: "Não se ponha o sol sobre a vossa ira." Vá dormir tranquilo e coloque sua cabeça no travesseiro depois de buscar a face e o perdão de Deus, confessando todas as dificuldades, tentações e provações, entregando tudo nas mãos DELE, confiando que tudo será resolvido pelo Seu poder. Não é fácil fazer isso, mas é a única escolha sábia para se evitar males e transtornos irreparáveis e, principalmente, crescer em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. Deus seja louvado! Amém.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

O GRANDE DOMINADOR

Um instinto dominador habita no homem desde o primeiro pecado. Desde quando cobiçou a posição de Deus, ao dar ouvidos ao primeiro cobiçador e pai da mentira. Disse ele: "SERÁS COMO DEUS, conhecedor do bem e do mal..." (Gênesis 3:5). Desde então, tem buscado dominar sobre o seu próximo com rigor e dureza (Ezequiel 34:4). Isso ocorre em todas as classes sociais, culturas, etnias, raças, religiões (principalmente a cristã), política, governos... Neste ponto o homem civilizado em nada difere de um animal selvagem que disputa seu habitat natural, suas fêmeas, território, caças... O homem natural cegou para a verdade que existe apenas Um Dominador - Deus, que através de Cristo estabelece rei e reinos e ninguém pode se exaltar diante de Sua face. (Daniel 2:20-22). Riqueza, glória, força e poder pertencem a Deus e nenhum homem consegue por si só nenhum destes predicativos. O homem que se exalta acima dos demais com soberba. está de forma direta ou indireta, tomando o lugar de Deus. Não é sábio querer o lugar de Deus como dominador, submetendo os demais pares, irmãos, amigos ou, simplesmente, o próximo sob sua ordem ou dependência. Os homens são iguais e acima deles está apenas o Criador. Deus escolhe homens e os usa como vasos para Sua glória, tornando-os cabeça sobre muitos que vivem como caldas por não compreenderem a liberdade que há em Cristo Jesus. Todavia, Deus não engrandece o homem para que ele se ensoberbeça, mas para Sua própria glória. Se você exerce liderança sobre alguém seja humilde e bondoso, mas se é liderado, experimente a plena liberdade que Cristo nos oferece, não como um sujeito anárquico, mas obediente aos sábios conselhos e exemplo de Cristo. Deus seja louvado! Amém.


terça-feira, 24 de abril de 2018

CONHEÇA O PAI ATRAVÉS DE CRISTO



Deus nos conhece de forma tão profunda e interessada no nosso bem que sabe até quantos cabelos existem em nossas cabeças (Mateus 10:30). Não somente os aspectos físicos e exteriores, mas principalmente o que se passa no interior do homem, em sua mente, os mais profundos desejos do coração ao ponto deles nem subir a razão ainda, ELE já os conhece (Salmos 139:23). Numa relação entre duas pessoas distintas onde só um lado se interessa em conhecer profundamente o outro, não parece injusta e desigual? Certamente o que conhece a outra pessoa amará mais ou se decepcionará mais que aquele que sem mantém passivo e desinteressado. Se o homem tivesse profundo interesse em conhecer a Deus, o Pai, através de Jesus Cristo que veio nos revelar Seu caráter, amor, justiça e misericórdia, certamente os homens religiosos seriam outros, mais honestos e espirituais. Se os homens estudassem menos dogmas e doutrinas inúteis e buscassem compreender a pessoa de Deus, nosso Pai, certamente os pastores não teriam síndrome do pânico, depressão, medos e diversas doenças da alma. Jesus Cristo deu testemunho que conhecia, como ninguém, ao Pai profundamente ao ponto de afirmar com certeza: "O Pai me ama!" (João 10:17). Embora nós não encontremos Jesus dizendo: "Eu amo ao meu Deus e Pai!", isso fica subentendido de forma mais profunda ainda pelo testemunho do relacionamento íntimo e profundo dos dois: "Eu e o Pai somos um!" (João 10:30); ou  "O Pai está em mim e eu nele." (João 10:38). Essa é a grande razão pela qual Cristo viveu sem medos. Nem a morte o assustava, mas voluntariamente resolveu dar a vida pelas ovelhas como um bom pastor. Deus conhece Seu Filho e o Filho de Deus conhece Seu Pai, e é este conhecimento que solidifica o amor verdadeiro que excede todo o conhecimento, dissipando o medo e a dúvida, motivo maior da vitória triunfante de Cristo sobre o pecado e a morte. Você sabia que Deus te ama da mesma forma? Você não gostaria de conhecê-LO e se tornar vitorioso como Cristo? Deus seja louvado! Amém.